observação de imagens


quadro

Um dia, a Luísa convidou a sua amiga Diana para ir a sua casa.

No dia marcado, quando a Diana chegou, a Luísa estava muito concentrada a tocar guitarra e assustou-se quando a viu. A Diana pediu-lhe que continuasse a tocar porque ela estava a gostar muito de ouvir as melodias da amiga. Até que a Luísa se cansou e parou de tocar.

De repente, apareceram dois olhos na guitarra e, de seguida, o buraco da guitarra começou a mexer-se. A Diana e a Luísa olharam para a guitarra e gritaram assustadas.

– Ei, não é preciso tanto barulho! Querem ouvir-me tocar? – disse a guitarra.

– Sim, queremos – responderam as duas amigas.

E a guitarra começou a tocar sozinha.

Agora, sempre que queriam ouvir música, pediam à guitarra e ela tocava sem, se cansar.

Magda Oliveira, 5.º A


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Two Sisters (On the Terrace), de  Pierre Auguste Renoir

Era uma linda tarde de Outono, uma menina de três anos que andava no Jardim de Infância, regressou à escola com a sua mãe, depois do almoço.

Sentaram-se as duas lado a lado e , de repente, a parede do parque caiu.

As educadoras ouviram o estrondo e vieram ver o que se tinha passado. Estavam para ir chamar a directora, quando  a parede começou  a reconstruir-se.

As educadoras disseram em coro:

-O que é isto? Paredes a construírem-se sozinhas?! Nunca vimos nada assim!!

E foram chamar a directora para ver também. Quando ela chegou, a parede tinha caído de novo e mais uma vez estava a reconstruir-se.

A menina tremia da cabeça aos pés e a mãe tentava acalmá-la:

– Não precisas ter medo, eu estou aqui.

A menina parou de tremer e foi para a sua sala. No final do dia, a mãe foi buscá-la e reparou que a sala tinha mudado de cor,  de forma e também de tamanho. A mãe achou estranho, mas como todos os dias de manhã, acontecia o mesmo, habituou-se àquela sala mágica.

Vanessa Marques, 5.º A

monet

Monet’s Daughter Painting in a Landscape, de Claude Monet

A dona Sandra gostava muito de pintar.

Um dia, perguntou a toda a gente da aldeia se queriam que ela lhes pintasse o retrato. Quase todos aceitaram, e ela começou a trabalhar nesse mesmo dia.

Mas os pincéis da dona Sandra pareciam vivos, mexiam-se e remexiam-se e não a deixavam pintar. Ela queria uma cara redonda, eles desenhavam uma cara quadrada. Quando ela pintava um olho azul, este ficava vermelho.

Então ela foi comprar uns pincéis novos.  Estes ficavam quietos, tão quietos que ela não os conseguia mover.

Assim, resolveu  pintar com os primeiros. E para sua surpresa, as pessoas gostaram  dos quadros porque eram muito originais.

Raquel Duarte, 5.º A