Era um dia normal de aulas. Quando tocou a campainha, saí da aula e corri para o portão. Quando lá cheguei, vi que o chão estava cheio de lama e havia muitos dinossauros à volta da escola.

Tentei atravessar a lama, mas não consegui. A lama era tanta que eu ficava enterrada nela.

Enquanto tentava passar, a minha amiga Vanessa veio ter comigo e perguntou-me:dinossauros

– Já conseguiste descobrir uma maneira de atravessarmos?

Eu disse:

– Ainda não.

– E se trepássemos para cima de um dinossauro? – sugeriu a Vanessa.

Eu pensei, pensei e concordei com a ideia.

Um dinossauro aproximou-se e nós subimos pela sua pata e instalámo-nos lá em cima.

f_magic_portalAtravessámos a lama e, a seguir, tivemos de arranjar uma maneira de atrair os dinossauros até ao portal mágico de onde tinham saído. Pensámos e pensámos até arranjar uma solução. Eu tive uma ideia: costurar um fato bem grande de dinossauro fêmea, ir ter com os dinossauros e atraí-los até ao portal.

A Vanessa concordou, cosemos o fato e fomos ter com os dinossauros. Já perto dos dinossauros, vestimos o fato e os dinossauros seguiram-nos até ao portal. Quando lá chegámos, despimos o fato e atirámo-lo para dentro do portal. Os dinossauros foram atrás e tudo voltou ao normal.

Magda Oliveira, 5.º A

Num dia normal de aulas, estava a ter Moral e de repente tocou.

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Quando saímos, eu e os meus amigos vimos que a nossa escola se tinha transformado numa ilha e não conseguíamos voltar para casa. Estávamos rodeados de água por todos os lados, parecia o mar.

Como a professara tinha telemóvel, telefonou para os Bombeiros e, quando eles chegaram, contámos:

– Quando saímos, vimos que a escola estava rodeada de água. Podem-nos ajudar, se faz favor?

– Claro! – respondeu o chefe dos Bombeiros.

stock11Entrámos no barco salva-vidas. Alguns enjoaram, mas os outros estavam a achar aquela viagem inesperada muito divertida. Quando chegámos a terra, os meus colegas foram para casa no carro dos pais, mas eu fui a pé até à escola da minha mãe. De repente, veio uma onda e molhou-me os pés.

Quando cheguei junto da minha mãe, contei-lhe a nossa aventura. Como estava calor, pus os pés e as sapatilhas ao sol e ficaram secos depressa.

Quando fomos para casa, olhei para a escola e vi que já não havia água, tinha escorrido toda para o Tejo que estava cheio.

Então pensei que amanhã podia voltar a entrar na escola à vontade.

Vanessa Marques, 5.º A


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