sapoEstava escuro e eu estava perdida, sem saber o que fazer. Olhei para o céu à procura de ajuda, mas só vi uma estrela muito pequenina.

Gostei tanto daquela estrela que a baptizei de “Mini-Estrela”.

Mais à frente, encontrei um sapo.  Era tão grande, tão grande que chegava ao céu. Então chamei-lhe “Super-Sapo”.

O Super-Sapo estava cheio de fome. Esticou a língua e engoliu a Mini-Estrela.

Mas a estrela provocou uma indigestão no sapo que a vomitou e a estrela voltou ao seu lugar no céu, a brilhar para toda a gente.

Raquel Duarte, 5.º A

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